no meio da noite alva chora meu coração de gelo na busca da imagem clara do teu rosto
as folhas – caídas! – sobem no vazio da noite e um verso avulso corre, persegue o vento…
na catedral estranha do teu corpo a oração insana do poeta percorre com paixão os corredores do desejo…
o espelho reflete a luz de fora e eu acordo… amei…